Backend & dados
Python é onde meu conhecimento é mais sólido — dos dois lados: a API que serve e o pipeline que trata o dado. A leitura estatística vem junto, então o problema é modelado antes da tabela.
Portfólio · versão leitura
Tech lead · Backend em Python, dados e arquitetura AWS
Estatístico formado pela Unicamp e tech lead na Inovyo, onde estou desde 2018 — mais de oito anos construindo software para valer. Nasci e cresci em Limeira, no interior de São Paulo, e trouxe de lá constância, simplicidade e respeito pelo tempo das coisas. Programar é o trabalho e também é o hobby: o que me move é desafio, e eu prefiro resolver problema de bom humor.
01 — Trajetória
Nada aqui foi atalho: comecei pela linguagem difícil, escolhi o curso que ensina a pensar antes de automatizar e cresci dentro da mesma empresa por oito anos.
Nasci e cresci aqui, num sítio de lago, pomar e bicho solto — e com a lição de que coisa boa se constrói devagar e todo dia. Do judô (anos de tatame, até a faixa marrom) veio a disciplina, o respeito e a arte de cair sem quebrar. É a mesma calma que uso quando algo cai em produção.
Minha primeira linguagem foi C — memória e disciplina. Antes disso eu já vivia de olimpíadas de Matemática e Física. Essa base fez com que cada linguagem que veio depois parecesse um dialeto novo, não um idioma do zero.
Escolhi Estatística porque queria entender o mundo antes de automatizá-lo. Ganhei a lente que uso até hoje: hipótese, evidência, decisão. Virei um engenheiro que discute produto com métrica e teste — "eu acho" é hipótese; dado é argumento.
Entrei em 2018 e cresci até me tornar tech lead e referência técnica. Trabalho na plataforma de pesquisa de experiência, na plataforma de BI e nas entregas de dashboards e reports para grandes clientes. Engenharia com dados no centro — exatamente a interseção que escolhi lá atrás.
02 — O que eu faço
Trocar de paradigma é exercício: mantém o raciocínio afiado e mata o medo de tecnologia nova.
Python é onde meu conhecimento é mais sólido — dos dois lados: a API que serve e o pipeline que trata o dado. A leitura estatística vem junto, então o problema é modelado antes da tabela.
A AWS é onde invisto meu maior esforço — e o que mais me diverte. Participei do desenho da arquitetura dos projetos da empresa com a mesma obsessão: custo otimizado, confiabilidade e simplicidade. Arquitetura boa é a que ninguém percebe funcionando.
Já entreguei de tudo um pouco: aplicação web, app mobile, desktop, BI e até jogo — este site é um. Cada formato ensina uma restrição diferente, e é isso que faz o repertório crescer.
Também passei por C, C++, Java, Lua e JavaScript ao longo do caminho. Mais do que estudar, eu gosto de experimentar: linguagem nova, framework novo, outro paradigma, outra arquitetura. Quase tudo que domino hoje comecei por curiosidade, antes de precisar — e quando a necessidade chegou, a curva já tinha ficado para trás.
03 — Como eu trabalho
Sou certificado Six Sigma e levo isso a sério: formar hipótese, testar, padronizar o que repete e automatizar o que chateia.
Gosto de acompanhar do começo ao fim: entender o problema, desenhar, codar, subir a infra e ver rodando em produção.
Minha regra é simples: se a tarefa não exige pensar, não merece o meu tempo — nem o de ninguém. Todo trabalho manual que se repete vira script, rotina ou pipeline. Esse é o meu jeito ninja de trabalhar.
Não basta usar a ferramenta: eu quero entender onde ela ganha e onde ela quebra. É essa compreensão que me deixa pensar fora da caixa e achar bom uso para uma tecnologia em lugares inesperados, em vez de só repetir a receita que vi.
Boas práticas e segurança cibernética entram no desenho, não na revisão: menor privilégio, segredo fora do código e a pergunta "como isso é abusado?" feita antes de subir, não depois do incidente.
Multiplayer é minha escola. Comunicação clara, cada um no seu papel e zero ego — prefiro time ganhando a herói perdendo bonito. Saber guardado é saber desperdiçado.
Antes de codar eu subo a régua: qual é o problema de verdade, quais as variáveis, o que pode dar errado. Entender fundo, decidir firme, achar o padrão, automatizar o resto.
04 — Projetos
Em destaque · este site
Um RPG 2D de mundo aberto feito do zero, do primeiro tile ao código de save. Currículo diz o que a pessoa lista; um projeto mostra como ela pensa — aqui você não está lendo o meu portfólio, está rodando ele.
Produto onde os clientes desenham, disparam e acompanham pesquisas de experiência. Backend, integrações e o caminho do dado bruto até o insight.
Entregas recorrentes para grandes clientes: modelagem, automação e apresentação dos resultados. Onde a Estatística encontra a engenharia todo dia.
Um lugar só onde o time acha o que precisa. Em vez de cada pessoa reinventar o atalho, as ferramentas úteis foram concentradas num hub — o dia a dia ficou mais curto para todo mundo.
Aplicativo para o time alcançar as ferramentas críticas de qualquer lugar, com monitoramento dos sistemas importantes rodando 24 horas por dia. Problema detectado antes do cliente perceber.
Participei do desenho da infraestrutura dos projetos da empresa, sempre com o mesmo alvo: custo otimizado, confiabilidade e nenhuma dependência de herói de plantão.
05 — Fora do expediente
O hobby é o mesmo do expediente. Fim de semana costuma ter uma linguagem que eu nunca usei, um framework para desmontar ou uma ideia boba virando projeto — este site é uma delas.
Estratégia e uma dose diária de humildade. Meu rating? Segredo de estado. Minha diversão? De grão-mestre.
Constância vence dom — é a tese da minha vida em forma de escala.
Mais de 12 anos jogando o papel do trabalho invisível que ganha a partida. Num time de engenharia é igual.
One Piece há mais de 20 anos, Hunter x Hunter, Death Note. A premissa deste jogo veio do Ging: o que vale, se conquista.
06 — Contato
Se você chegou até aqui, já sabe como eu penso — e eu já gosto de você por ter lido até o fim. Prometo responder rápido.